Gerador de RG
RG fictício no modelo padrão (IFP-SP).
Os números têm dígitos verificadores válidos, mas não pertencem a nenhuma pessoa ou empresa. Use apenas em ambiente de teste, nunca para fraude.
Sobre a ferramenta
O RG não tem um dígito verificador padronizado no país, porque cada estado emite o seu. Este gerador usa o modelo do IFP-SP, o mais comum em validações: 8 dígitos mais um dígito verificador (ou “X”).
Como usar
- Clique em “Gerar novos” para criar um RG.
- Marque ou desmarque “Formatado” para incluir ou não pontos e traço.
- Clique no número para copiá-lo.
Por que o RG é diferente do CPF
O CPF é emitido por um único órgão, a Receita Federal, com uma regra nacional. O RG tradicional, por outro lado, sempre foi emitido pelas secretarias de segurança de cada estado. Cada uma tem a sua numeração, a sua quantidade de dígitos e, em alguns casos, nenhum dígito verificador. Por isso não existe uma validação de RG que funcione para o Brasil inteiro.
Na prática, muitos sistemas aceitam o RG como texto livre, ou validam apenas o formato de São Paulo, que é o mais difundido. É esse modelo que o gerador segue: oito dígitos mais um verificador, que pode ser um número ou a letra X.
A nova Carteira de Identidade Nacional
Desde 2022 os estados vêm substituindo o RG pela Carteira de Identidade Nacional (CIN), que usa o próprio número do CPF como identificador único. Com isso, a tendência é que o número do RG perca importância em cadastros novos.
Mesmo assim, milhões de pessoas ainda usam o RG antigo, e muitos formulários continuam pedindo esse campo. Testar com um número gerado ajuda a conferir máscaras, tamanho máximo do campo e o tratamento do “X” no final.
Dicas para testar campos de RG
- Confirme que o campo aceita a letra X no último dígito; muitos formulários bloqueiam letras e recusam RGs reais.
- Teste o número com e sem pontos e traço para ver se o sistema normaliza o valor antes de salvar.
- Se o sistema atende vários estados, evite exigir o formato paulista para todo mundo.
Exemplo do cálculo usado por este gerador
O gerador usa 8 dígitos e calcula o último multiplicando cada um por um peso de 2 a 9, da esquerda para a direita. Para a base 12345678, a conta é 1×2 + 2×3 + 3×4 + 4×5 + 5×6 + 6×7 + 7×8 + 8×9 = 240. Dividindo 240 por 11, o resto é 9, então o RG fica 123456789.
Quando o resto da divisão é 10, não cabe em um único dígito e o verificador vira a letra X. Por isso o campo de RG precisa aceitar letra no último caractere. Lembre que essa regra segue o modelo de São Paulo e não é um padrão nacional.
Perguntas frequentes
Esse RG vale para todos os estados?
Não. Ele segue o modelo de São Paulo; sistemas que validam o RG de outro estado podem rejeitá-lo.
Posso usar esse RG como documento de identificação?
Não. É um número fictício, sem qualquer valor legal, criado só para testar máscaras, tamanhos de campo e validações.
Por que o último dígito do RG pode ser X?
Porque o resto 10 da divisão por 11 não cabe em um dígito. Nesse caso o verificador é escrito como X, e formulários que só aceitam números acabam recusando RGs verdadeiros.
Posso validar RG de qualquer estado com esse gerador?
Não. Cada estado tem sua numeração, e este gerador segue só o modelo paulista. Para outros estados, trate o RG como texto livre ou use a regra específica do órgão emissor.